granular,
fulgura,
espirituoso
e esperançoso,
sem meias,
palavras no chinelo.
o som eclode corado
e aflora o ar,
de fora dos pulmões ardentes
arrebatando a alcunha árdua,
desfigurando a face temerosa e afogada;
estupendo,
most of all.
outubro 08, 2008
outubro 04, 2008
Da nudez
outubro 01, 2008
o tempo faz falta
.
o tempo faz falta
foi o que pensou
antes que a luz
se apagasse
e a tela
se acendesse
e antes que
o filme projetasse
nao as imagens esperadas
enredadas sem tempo
passado ou futuro
(só um presente de ninguém)
mas sim as fantasias acabadas
levadas para a memória
para serem esquecidas.
há quanto tempo nao ia
ao cinema...
quanto imaginou entre
um apagar e acender
de luzes
quanto
reinventou
a vida
nas histórias
de outros
quanto nao foi
com ela
observar o mover
de vidas
quanto tempo foi?
quanto tempo faz?
de repente se perguntou
faz o tempo de uma outra vida
sem filme na tela
faz isso
deve ser esse o tempo
foi o que
resmungou consigo
é, fez falta
(mais falta que tudo?)
ia comentar
só que
quando viu
faltava alguém na cadeira
ao lado.

.
o tempo faz falta
foi o que pensou
antes que a luz
se apagasse
e a tela
se acendesse
e antes que
o filme projetasse
nao as imagens esperadas
enredadas sem tempo
passado ou futuro
(só um presente de ninguém)
mas sim as fantasias acabadas
levadas para a memória
para serem esquecidas.
há quanto tempo nao ia
ao cinema...
quanto imaginou entre
um apagar e acender
de luzes
quanto
reinventou
a vida
nas histórias
de outros
quanto nao foi
com ela
observar o mover
de vidas
quanto tempo foi?
quanto tempo faz?
de repente se perguntou
faz o tempo de uma outra vida
sem filme na tela
faz isso
deve ser esse o tempo
foi o que
resmungou consigo
é, fez falta
(mais falta que tudo?)
ia comentar
só que
quando viu
faltava alguém na cadeira
ao lado.

.
reencontro
agosto 07, 2008
ela anda na balança
salamandra espantada entorta a planta tacada na varanda. se manca e se manda, saindo de banda, e compra uma fanta laranja com lata gigante na Tailândia. ao mesmo tempo se sacudia, balançava as pernas, sem agonia, sentada na cisterna, sorria. uma garrafa de vinho "gazela" no canto da janela interna aberta sobre a tela inteira. feita de canela e beringela, sem tigela, peneira, guarda na geladeira.
aborda a cozinheira.
julho 02, 2008
a glimmer and a glimpse
as palavras sangraram pra sair hj, e assim foi, frágeis e coaguladas de dificuldade, q elas piscaram no ar fora da minha boca, com uma fragilidade perceptível q assusta. nem tudo é explicável, é isso q mais pulsa. e quando sangra é quando mais tateio nessa busca indulgente e racional. nessa tentativa q nao sei o quanto necessária é. quando a mente está longe do corpo, cada um em um, sem saber que precisam um do outro. quando os nervos gritam sem saber verbalizar q os olhos distantes fazem do corpo presente pra quem estiver perto e quiser colo e cuidar e olhar com sorrisos silenciosos. (primeiro movimento)
here is a song, when you love, and you are afraid of this kind of feeling...
here is a song, when you love, and you are afraid of this kind of feeling...
(31 mars)
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